segunda-feira, 19 de maio de 2014

Foi meu aniversário de 32!!!

Pois é, estava eu tão animada que ia fazer aniversário, ouvi uma música e pensei "é essa a música que vou postar em minha homenagem esse ano", o dia passou, a semana também, e agora já faz até 15 dias... rsrs

Acho que foi a primeira vez que passei longe da família. Os famosos "mil quilômetros" de distância para os braços trouxeram as palavras faladas e escritas, e o choro foi garantido! rsrs
Minha mãe me fez homenagem até no facebook. Até aí, nenhuma novidade, pois as pessoas fazem isso, não é mesmo? A diferença é que eu não tenho perfil no facebook!!!! kkk
Ai, mãe, a senhora é única mesmo... e detalhe: ela escreveu era uma hora da manhã.

Aproveitamos o dia passeando numa Festa do Pinhão, numa cidade próxima, e eu acabei o dia pulando em pula-pula inflável com o filho. (Essa é uma vantagem de ser pequena e magricela, os donos dos brinquedos olham e deixam sem titubear, e como o filhote também é pitoquinho, eu falo que ele não consegue ir sozinho, e ele passa fácil por quase bebê... kkk)
Em casa, experimentei fazer um bolo crudívoro para cantarmos os Parabéns, e como esquecemos de comprar velas antes, meu marido improvisou e ficou tudo certo!

Bem, mesmo dias depois, ainda quero postar a música que me dedico neste ano. Com vocês, Gonzaguinha:


EU APENAS QUERIA QUE VOCÊ SOUBESSE


Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também

E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé

Eu apenas queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida

Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também

Cíntia Anira e Eu!

Conversei com a Cíntia Anira, do blog Minha Aquarela 2 pelo Skype.
Primeiro que eu a-do-rei a experiência, foi muito legal conhecer alguém que a gente tanto lê e compartilha do cotidiano ou das ideias, e depois tema  chance de falar ali, exclusivamente.
Segundo que eu apareci... Por que não tem fotos minhas por aqui, por aí, não tenho perfil no facebook e nada assim.
Já me descrevi pequena e com cara de criança para vocês? Não me lembro se já o fiz, mas eu sou assim. Uns 10 centímetros a mais me ajudariam em muita coisa, especialmente em não ter que pedir para alguém "puxar a cordinha" no ponto do ônibus para eu descer ou esperar em frente à prateleira do supermercado com o produto lááááá em cima, me olhando. =/
Meu apelido na família do meu pai é "filha da Bia". Dizem meus tios que o tempo passou e como eu pareço mais nova, devo ser a "filha da Bia", e não mais a Bia. 
Se eu te disser que tenho 20 anos, você vai duvidar, mas vai tentar acreditar. Você vai ficar achando que eu tenho uns 18...
Quando uma pessoa me conhece, eu já sei quais serão as reações, as perguntas, e a cada coisa que fica sabendo a meu respeito, vem ainda mais uma leva de perguntas. Então, se não estou no meu dia de "celebridade exótica", melhor não conhecer gente nova para evitar as entrevistas... hehehehe

Eu:
baixinha-magricela-cara de criança-mãe-casada há 12 anos-vegana-minimalista-ecológica-me mudei mil km distante da família e amigos amados por opção, buscando viver com mais qualidade de vida, e isso incluía natureza para mim-saí de uma cidade enorme para uma micro-gosto de empurrar meu filho em seu tratorzinho de brinquedo pela cidade afora, quase todo dia-busco expansão da consciência em amplitude-e tanta coisa mais...
Então, dá muita conversa, né? rsrs

Mas queria mesmo contar que conversei com a Cíntia, e foi bem legal! (Passado o susto inicial por parte dela, claro... rsrs)
Falamos principalmente de alimentação, e quero aproveitar a oportunidade para postar coisas sobre o assunto, o que há tempos quero fazer.

domingo, 18 de maio de 2014

Não gosto da parte macia -> <- Só gosto da parte macia

Tenho um filho, mas -muitas- vezes parece que são dois... rarara
E agora o motivo é como ele tem mudado de ideia rapidamente, no mesmo dia, inclusive!

Numa semana ele adora azeitona, pede para comer pura antes do jantar, come no jantar, pede ou pega as que estão nos nossos pratos. Semana seguinte ele tira até os pedacinhos de azeitona que estão no seu prato e diz: "Eu não gosto de azeitona"... 
De manhã só quer a parte macia do pãozinho, à tarde fica bravo porque só tem parte macia (miolo) no prato dele e ele só gosta de casca, e quando descobre que o pai comeu a outra parte então... até chora!

Sabemos que é fase, afinal, "tudo é fase" nos ajuda a passar o dia-a-dia... hehehe
Mas meu marido gosta de lembrá-lo todas as vezes em que ele diz que não gosta de algo, que ele gosta sim, mas não tem problema não querer naquele momento. Meu filho se dá por satisfeito.

Desde bebê ele tem essa relação de monotema com comidas... rsrs
Tinha dias que só comia tomates. Pronto. Podia eu oferecer-lhe um monte de alternativas, ele queria mais e mais e mais do mesmo.
Então, se o pedido é genuíno e não vai causar-lhe mal, pra que esquentar a cabeça, não é mesmo?

Hoje sinto falta de quando ele gostava de bananas mais do que um macaco... kkk Era um bebê pequeno e comia 4 bananas seguidas, e eu morrendo de medo de dar um negócio nele, nem sei que negócio seria esse, mas algo como estufamento de estômago... kkk
Banana agora só pra brincar de fruteiro, coisa que ele adora fazer. Mas comer que é bom, nem na torta doce, "ele não gosta"... rsrs

Essas coisas nos relembram como é importante para a criança ter à sua disposição sempre alimentos saudáveis como alternativa. Sem corante, sem conservante, se der até sem veneno (agro-tóxico).
E vamos colocando os nutrientes no alimento sensação do momento: se é arroz com champignon que ele pede, cozinhemos com um pouco de quínua, vamos botar ali um caldinho de legumes que foram cozidos à parte, um tanto de gersal, e assim vai, com criatividade e um pouquinho de conhecimento, né?

E que ele possa experimentar a vida sem achar que precisa se prender, para sempre, à sua primeira opinião!
Delicioso pãozinho de chia, vegano, sem glúten, com quínua, amaranto, batata doce e fibra da polpa de beterraba.

O vômito da meia noite....

Que tal o título da postagem?
Filme de terror, de drama, de sátira... o que te parece?

E assim foi na quinta passada: era meia noite quando o filhotinho acordou vomitando.
Ele estava dormindo em nossa cama, de modo que pudemos ajudá-lo rapidamente.
Vomitou umas três vezes, chorou um pouquinho e depois ficou bem.
Eu fiquei cismada que foi um pão de forma que comemos, de uma marca que eu nunca tinha comprado antes, acho que não caiu bem.

Achei bem interessante alguns aspectos:
1) ele vomitou e eu acordei falando "vira ele de cabeça pra baixo", e já fui colocando ele com a boca virada para o colchão. Automatizei a ação que tanto me preocupou quando ele era bebê, e eu temia que ele engasgasse/regurgitasse leite e se sufocasse... ufa, passou essa fase!
2) marido e eu fizemos uma bela dupla produtiva (rsrs), falávamos para ele ficar calmo, que não tinha problema em vomitar, que ele ficaria bem, e assim que ele terminou, meu marido já o levou para o banheiro para dar-lhe um banho, enquanto eu trocava a roupa de cama e secava o colchão. Terminamos juntos e felizes, inclusive o filhotinho que já estava se sentindo bem e acolhido.
3) percebi que já somos pais mais confiantes e não ficamos com neuras de nenhum tipo, logo percebemos que era mal estar momentâneo e passageiro. 
4) não houve aquele 'cheiro azedo' comum em vômitos e que particularmente também me provoca ânsia, e isso se deve ao fato de não ter alimentos lácteos na alimentação. Pude lidar com a situação sem nojo, sem ânsia, sem problemas.

Saiu lindinho do banho, sorrindo com o papai. Convidei-o para ver vídeos e fotos deles em meu celular (ele gosta tanto de fazer isso!), e como percebi que ele ainda estava bastante desperto, disse que o ajudaria a relaxar fazendo o nosso relaxamento. O fofinho ouviu todo o relaxamento, e mesmo acordado ficou bem quietinho até dormir. 
Bem, eu... perdi o sono e fui dormir umas 4 horas da manhã. Mas não dá pra reclamar de nada, estávamos todos bem!

Foi um momento real, vivido e compartilhado, e agora registrado.
Nem terror, nem comédia, nem bem, nem mal. O mundo não é uma escolha entre sim ou não, a vida não é o certo ou o errado. Ai, essas dualidades pré colocadas como alternativas... Vamos expandir mais a consciência, ver o infinito de possibilidades que existem, isso nos aproxima mais da abundância que é viver!




terça-feira, 18 de março de 2014

"Seu sorriso: sua marca!" Uma irmã e uma descoberta.

Hoje é aniversário da minha irmã mais velha.
A que foi filha única por 4 anos e mesmo depois tendo que dividir os pais, a casa e os brinquedos, foi uma adorável pessoa!
Aquela irmã que continuou me amando depois de eu estragar toda a sua bandinha, abrindo cada um de seus brinquedos (tirando a corda do violão, rasgando a sanfona, etc, tudo pela ciência, tudo para ver como o som acontecia).
Para descrevê-la ainda haveria muito, e posso afirmar que não é necessário, esta pequena introdução já se encarrega de deixar claro que ali há um ser humano amoroso e que sabe se refazer!
Dias atrás - ela não me ligou - para contar seus dilemas com as novas possibilidades de trabalho, e isso e aquilo, e esse tem melhor salário, e aquele tem esse benefício, e o outro tem um impedimento assim e tal. Eu soube pelo meu pai e lógico que liguei na hora para saber melhor e para conversarmos. Ela disse que não queria me incomodar com esses assuntos a essa distância (mil quilômetros de distância entre nós, para quem não sabe...).
Conversamos, e aquilo ficou na minha cabeça. Os dados daquele assunto em si e também a abstração deles, pois em geral, são pertinentes a situações e pessoas diversas.
Eu também tô numa situação um pouco parecida, pensando o que faço da vida... rsrs
Muito já pensei e já 'des-pensei', e ontem cheguei a uma conclusão deliciosa, que hoje quero compartilhar com minha irmã.

"Sou capaz de fazer muitas coisas, MAS SÃO POUCAS COISAS QUE ME FAZEM!"

Por vezes, queremos tanto uma coisa, e quando ela finalmente acontece, nós já mudamos e aquilo não faz mais tanto sentido... Minha irmã passou num concurso que era o seu sonho ao iniciar na primeira faculdade, aos 17 anos. Mas já se passaram outros 17 anos... Certamente ela já mudou muito. Já fez outra faculdade, já teve outros sonhos, e agora esse se aproxima de tornar-se realidade e... Pra onde foi aquela empolgação? E o novo rumo profissional? Afinal, são mais de 17 anos em outros trabalhos.

A gente muda, o mundo muda por isso, nossas vontades mudam, nossa cabeça muda, nossos sonhos mudam, a família muda, o rumo muda. E é tão bom que seja assim! Bem vinda, mudança, pode chegar e se instalar!

Ontem eu recebi um belo presente! Um amigo querido me presenteou com danças circulares, que eu pratico há anos, adoro, e que venho preparando para realizar na nova cidade que moro. E com ele vieram dois grandes presentes: um momento de afeto muito grande entre meu filho e eu, com o companheirismo dele, a parceria, e a sintonia de vibração entre nós; e também o elemento que faltava para compreender algo que eu estava buscando.

Dancei, dancei, dancei... tirei o foco da mente, deixei rodar no corpo, e como isso me toca fundo, só então compreendi: A dança me compõe!
Eu posso fazer muitas outras atividades na vida, e em termos laborais também: no que for preciso mesmo! E gosto de muitas coisas, como cozinhar, limpar, ensinar, projetar, articular, analisar, pesquisar, redigir, cantar...
Mas são poucas coisas que me arrancam um choro emocionado, que me fazem me sentir inteira! Poucas me fazem me sentir tão bem! São poucas que juntam minha mente, corpo e alma, sabe? Que naquela hora me põe no presente sem deixar espaço ou sentido para preocupações externas.
Há anos atrás, eu abominaria a ideia de dançar. Não dançava nunca, nem nas festas com a família. Nunca imaginaria que dançar me faria bem, e que poderia ser minha profissão um dia. Mas aqui estou, feliz com a mudança, e aberta ao que mais vier. Tantas coisas inimagináveis ainda poderão me acontecer, que delícia! 
Hoje eu fico feliz com isso. Amanhã eu não sei, e o melhor, não estou preocupada em saber! Quando o amanhã virar hoje, eu vou descobrir.

Então, minha querida irmã, nesse seu aniversário, permeado de dilemas sobre o trabalho, as opções de vida e os rumos que mudam a partir de sua decisão, quero lembrar-lhe que a vida só acontece hoje, e que quando você estiver completa, nenhum outro pensamento a perturbará.
Eu sei que você é cheia de talentos, e agradável como é, todos a querem por perto, mas na hora de escolher, não pense naquilo que você vai fazer. Perceba o que é que vai fazer você!

Bem, sei que não preciso dizer, mas quero, então direi: te amo um montão, te quero bem demais, e tô me esticando ao máximo aqui pela internet para garantir que meu abraço chegue até você! Acho que nunca disse, mas seu abraço é acolhedor! Obrigada por tudo, gratidão! Te amo de novo!

Seu sorriso: sua marca!
Foto pessoal: blogdabia.com





terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Eu sou, sendo.

De vez em quando, me dou à leitura de algum texto sobre maternidade, geralmente em blogs. Gosto de ler o que passam as mães - compartilhando e usando da alteridade para adquirir experiências, pois ainda que advindas externamente, podem me servir de referência.
Porém, não gosto muito quando alguém escreve "sobre a maternidade", como se fosse um evento à parte do que vivem os envolvidos.

O texto que li essa semana falava sobre 'as mães perfeitas', e a autora as estereotipou como aquelas que ficam com o filho o tempo todo, são ecologicamente corretas, e mais um tanto de coisa lá que - a mim - caracterizavam uma pessoa que pensou muito para agir de maneira diferente da maioria. Primeiro que, 'perfeitas' é um termo que hoje cansa minha beleza... rsrs Alguém que diz isso já logo se coloca na retaguarda, mas atacando: existe um ser perfeito, e este não sou eu. Partindo do princípio de que todos sabemos que ser humano perfeito não existe, o autor da frase se subjulga para comover, para mostrar sua pequenez. Se desculpa por existir! (me poupe...) Os comentários são duais: " apoiada, onde eu assino?" ou ainda "nós, as mães 'perfeitas' também sofremos...", como se o mundo fosse dual e o texto fizesse algum sentido.

Ontem me peguei contentíssima por acertar - de primeira - retirar de uma massa de doces, 14 gramas de cada vez! Explico melhor: tenho feito doces para vender, e da massa preparada, eu pego um bocadinho e peso. Até 7 vezes seguidas de exatas 14 gramas eu contei! E minha satisfação era de ser tão precisa! E tava contente mesmo... rsrs
Depois, que faz isso e aquilo, pensei que eu gostaria, em cada coisa que eu colocasse a mão, fazê-la de forma excelente, ou seja, caprichar em tudo. T-U-D-O. Não importa o quê, quero fazer bem feito a minha ação naquele momento. 

Ah... Como nomear as coisas é bom, não? Identificar, nomear, saber explicar, é aliviante! Por isso é tão importante sermos pacienciosos para compreender as crianças: elas, muitas vezes, não sabem nomear seus problemas ou sentimentos, e isso angustia. Nós, os adultos, é que podemos desenvolver a capacidade de compreender isso e ler os sinais que a criança apresenta, e na falta de entendermos exatamente o que é - o que é bem comum - podemos nos solidarizar para ajudar-lhes a passar pelo momento difícil: isso inclui ataques de birra. (Texto maravilhoso sobre isso aqui!)

Não há expectativa de perfeição mais em mim, e nem essa história de 'ser perfeccionista'. Não! Saiu tudo quando eu compreendi que eu quero fazer bem feito o que aparecer pela frente. Gosto de ser precisa nos movimentos e ter excelência nas ações. Faço tudo da melhor maneira possível. 'Dou o melhor de mim' e durmo com a consciência tranquila...

Eu sou feliz sendo!
Imagem pessoal: blogdabia.com



E você, já encontrou aquilo que faz que “é tão seu”? Como sente-se bem, verdadeiramente?

Fácil não é...

Conversando com uma colega recém-casada e que pretende ser mãe, comentei sobre o início da amamentação que minha Amiga está passando nesse momento. A colega recém-casada chegou em minha casa enquanto havia entre minha Amiga e eu uma troca de mensagens sobre a amamentação, o que fazer, onde procurar apoio, a 'culpa' por não sair da forma esperada, a opinião da pediatra, e muito mais. 
Aí eu me lembrei que as propagandas sobre maternidade que eu já assisti eram lindas, sempre com crianças mamando tranquilamente, e a mamãe sorrindo enquanto incentiva a outras mães a fazerem o mesmo. Não há mentiras ali, na minha opinião, há omissão de possibilidades: reais, frequentes e muito comuns. O bebê pode não pegar direito, seu bico pode ser invertido, pode doer, empedrar, rachar (cortar mesmo, de sair sangue e você ver sangue na boquinha do bebê), é preciso estar fisicamente e emocionalmente disponível para o momento, pode doer as costas, os braços e o pior... pode ser que seu bebê chore (aparentando fome), durma a cada encostada no peito e acorde toda vez que for afastado dele, pode não estar engordando como as famigeradas tabelas que alguns pediatras seguem, e pode não demonstrar tranquilidade e sensação de conforto como na propaganda.

"Epa! Tem algo errado aí!" O que as mães têm de 'bagagem' para amamentar? Se for uma propaganda de TV, ela logo vai achar que há algo de errado com ela, e infelizmente, nossa 'vergonha' de sentir que está fazendo algo errado faz com que calemos e nos retiremos. Se houve uma instrução boa, uma pesquisa boa, uma amiga ou profissional boa ao lado, a mãe logo vai perceber que há uma falha sim, mas é no comercial de TV, e não nela. Que a vizinha da vizinha e a mãe da mãe também passou por essas - e outras - que ela talvez nem passe, pois cada um tem sua história. Mas que, no fundo, só corroboram como testemunho de que calar, se culpar, se retirar e se envergonhar são o caminho certo para o fundo do poço, aquele terrível lugar onde podemos chegar ou ao menos nos avizinhar do chamado babyblues (junte cansaço e queda brusca de hormônios, com inexperiência e responsabilidade enorme por um novo ser). Ou seja, se não nos cuidarmos, há um risco de sentirmos muita tristeza e angústia num período que pode ser maravilhoso. Veja bem que eu escrevi "pode ser", e não "tem que ser", pois essa última frase carrega um peso danado... ela nos põe a obrigação de sentir algo. E você já tentou se forçar a sentir algo que não está sentindo verdadeiramente? Gostou??? Sabe, pra um monte de coisas, não há mistério para compreender, basta colocar-se no lugar do outro, colocar-se na situação como se a estivesse vivendo, e vê se pára de se cobrar e de cobrar os outros de que eles "tem que" alguma coisa...

Mas.... ao contar à colega (a recém casada, lembram? rsrs) que não era fácil amamentar, ela respondeu MUITO SURPRESA: "Não?". E ela é professora de criança pequena, assim como eu também fui antes de ser mãe e fui pega de surpresa na realidade. Mesmo o contato com os pequenos não nos dão o conteúdo 'ser mãe' de forma automática! Fiquei muito contente em poder dizer-lhe que não é fácil, mas que, em geral, são situações que passam logo, e que existem apoios. Bem, a mim foi de grande utilidade o grupo Amigas do Peito, que pela internet (pela leitura dos relatos, das perguntas e das respostas acolhedoras), muito me ajudaram.
Fico contente em poder viver a realidade ---- e não o ideal heroicizado ---- e lembrar às pessoas dessas coisas. Somos tão reais quanto podemos ser!

'Não ser fácil', no contexto a que me refiro, é uma afirmação que serve para acender o desejo de mais conhecimento, de ser capaz de se solidarizar (aos homens é importante saber disso!) e de encorajamento para passarmos pelos dias mais complicadinhos. Ou não há dias chuvosos ainda que em pleno verão?

(Escrevi sobre isso aqui, há mais de três anos.)
Imagem do site: amigasdopeito.org.br

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A armadilha da "Mulher Maravilha"...

Fiquei tentada a escrever um post em 04 de fevereiro agora, contando tudo o que tinha acontecido, o que era um montão de coisas diversificadas, incluindo acordar no interior e anoitecer na praia...

Contudo, como contei no último post, por vezes os textos não saem por falta de terminar de elaborar internamente os conteúdos. Afinal, o que escrevo aqui é sobre MIM, e não uma narrativa programada como se não fosse a vida que vivo.

E a vontade era de escrever isso aqui:
Hoje,
acordei no interior e dormi no litoral.
Portanto, fiz uma viagem, com direito à parada para levar o filho no otorrionolaringologista e naquela cidade lanchar com a família no tipo de estabelecimento que me agrada: simples, indicado pela qualidade, onde trabalha uma família que elabora seus produtos e os vende honestamente.
Pela manhã tomei banho, terminei a mala, cuidei dos lanches e brinquedos a levar, organizei a casa, pedi a tesoura da vizinha cabeleireira emprestada para cortar meu próprio cabelo. Eu cortei o meu cabelo - e DOEI - para a fabricação de perucas para crianças com câncer. Pesquisei o endereço de envio, escrevi no envelope, fiz uma cartinha com meu filho, enchemos de boas energias e levamos aos Correios. 
Precisei terminar uns produtos que vendo, fui (fomos) procurar para comprar fita dupla face, não encontrando na primeira papelaria. Em casa, embalei, empacotei, imprimi a etiqueta e, por fim, colei. Entreguei. 
Troquei mensagens com a Amiga que estava indo da maternidade para casa com seu pititico nos braços. Preparei algum almoço rápido, comemos, limpamos aquela louça  e saímos de casa às 14h.
E isso com meu filhote de 3 anos a tiracolo.
No caminho para a praia me sentia bem por ter conseguido realizar tantas coisas, uma vez que as considerava necessárias ao dia. Me senti a Mulher Maravilha...
Chegando lá ainda conseguimos dar uma pequena volta pelo centro local, jantar e se inteirar de como funcionavam as coisas, onde era a praia para sairmos da cama cedo no outro dia.
Na praia com tratores
Fonte pessoal: blogdabia.com

Poucos dias depois, quando nada parece sair do lugar, e aquela louça do almoço que você lavou e guardou insiste em reaparecer na pia a todo momento (rsrs), a gente se sente o quê??
Porque, convenhamos, tem dia que a gente (no caso, eu... rs) se sente.... hum... como posso dizer aqui? É que a melhor forma de expressar começa com "cocô", e isso não é lá muito fino dizer  =P  Mas você já se sentiu "o cocô do cavalo do bandido"? Olha que esses dias costumam ser bem compridos, viu?!

Aí, ouvindo umas coisas que eu gosto de ouvir para aprender a me conhecer melhor, uma frase foi PÁ! Lá no fundo... "VOCÊ NÃO PRECISA SER MARAVILHOSA, VOCÊ É HUMANA!"
Eu só preciso me aceitar humana! E não querer ser a Mulher Maravilha, como se ela existisse e fosse real. É lógico que no dia em que o coração se enche de alegria de poder doar parte de si a alguém, como foi o caso do corte de cabelo com essa finalidade, parece até que o tamanho do peito aumenta para caber o coração lá dentro! Mas isso porque eu sou HUMANA, e minha humanidade se sente bem em fazer trocas com outros humanos, sejam eles conhecidos ou desconhecidos. Afinal, isso não importa, do lado de fora de mim há muitos humanos, exatamente como eu.
Então, é a Humanidade que me faz vibrar fortemente, e não a fantasia de super heroísmo.

Outra frase que ouvi há pouco e que ajuda a organizar esse raciocínio é que "a criança precisa de imaginação e não fantasia". Para que não haja interpretações distoantes, vou colocar aqui um exemplo: a criança precisa ter a liberdade de criar, e não "receber" as fantasias elaboradas por adultos cheias de distorções/moralidades/comportamentalismo que cumprem a função desejada pelo adulto, como por exemplo a história do Papai Noel... Cada vez que penso nisso, chega a me dar gastura no estômago! Sério! Cria-se uma história (e cada um cria a sua, de acordo com suas 'necessidades'), inventa-se uma mentira combinada e conta à criança como se fosse verdade, e a tirania aumenta quando cobram da criança um determinado tipo de comportamento para que no final ela seja 'presenteada' com um objeto saindo de uma fábrica por aí, quem sabe pela China afora... 
Essa história da "fantasia" de fora para dentro é tão prejudicial à imaginação! A criança passa a fazer suas histórias a partir dos modelos: ela brinca de ser a "princesa" - a partir do estereótipo de princesa, que é cruel, em termos estéticos, que em geral é disneylandeado. 
Tente você mesmo: já viu a fruta physalis? Se conhece essa, tem que tentar com outra, que você nunca viu: já viu jambo? ou araticum? ou pitomba? Pense numa dessas que nunca viu, e tente desenhá-la. Arrá! Você não sabe como é, né? Não tem modelo! Então vai criar, inventar... sentir a liberdade de ser o criador da ideia! 
Mas vou te contar uma coisa: o physalis é uma fruta pequena, alaranjada, casca lisinha que chega a ter um óleo que a envolve. Pff... viu como era "fácil" desenhar? Por que eu não disse antes, né? Continue aí o desenho (ou a representação mental dele): o physalis vem dentro de uma espécie de envólucro, uma capinha, que parece um balãozinho de festa junina, meio enrugadinho, do cabo para a pontinha. Para comê-lo, comece abrindo essa pontinha. Tira essa casquinha natural e pode comer o fruto inteiro.
Complicou? Agora que você sabe que tem um 'padrão' (nesse caso, a descrição do physalis), sente-se incomodado da possibilidade de não tê-lo alcançado? Percebe como você depende de mim para confirmar ou destruir suas ideias? Você ficou sem autonomia, né?

Eu não gosto de me sentir assim, e você? Será que as crianças gostam? Por que os "heróis", justamente o comportamento não-humano é vangloriado? Não te parece que temos isso internamente enraizado e levamos conosco à vida adulta como um ideal? 

Ao 'baixar' minhas expectativas para querer sentir-me simplesmente humana, me dá um alívio danado...
Afinal, a duras penas, cheguei à uma conclusão que posso dizer foi o resumo de lições de 2013 para mim:
TUDO O QUE EU QUERO SER, É PORQUE EU AINDA NÃO SOU!

Se digo que quero ser organizada, na verdade é porque não sou.
Se quero ser mais arrumada, é porque não sou.
Se quero ser mais isso, menos aquilo, é porque ainda não o sou...
Tão simples depois de sintetizado, tão complexo quando vemos que o que a gente quer, parece fugir da gente.

E o que eu quero ser, não estou sendo. O que estou sendo agora? Cadê o espelho? Por que nunca gostei dele? Como posso passar por um e não perceber que minha imagem também passou por ali?

O mundo não precisa de muito, apenas um pouco mais de Humanidade.

Quanto mais Humanidade, necessariamente haverá menos: guerras, fome, exploração, depressão.
O humano é capaz de se colocar no lugar do outro. O herói não pode, ele tem objetivos a alcançar. 

Tenho tido muitos, muitos, muitos pensamentos de coisas diversificadas que parecem querer buscar um encontro, uma finalidade, uma junção. Tô em busca da cola para unir tantos conhecimentos que venho adquirindo e que fazem total sentido para mim. Sabe quando cai um montão de água na pia depois de um tempo ela se 'organiza' em movimento circular e desce pelo ralo de forma coerente? Pois é, tô esperando o momento dessa organização chegar... rsrs
Mesmo com tantas coisas na cabeça, hoje achei que precisava buscar por algo novo. E como você busca algo novo, que não sabe o que é? rsrs Difícil... Mas hoje acabei encontrando EFT. Tô começando a conhecer. 

Interessante que eu não gosto de rótulos para 'definir' pessoas, mas as pessoas buscam por coisas em suas vidas - e todas as coisas têm nomes. Então, não é que eu SEJA isso, mas tenho ações coerentes com isso... e hoje busco uma vida mais simples, minimalista, vegana, de visão holística, natural, agroecológica, atenta, ativa, autônoma, autêntica, compartilhada e humanamente feliz!


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Transformação total nível 10!

Bah... 
Mais de um ano sem postar. Não faltou vontade, não faltou assunto, não faltou arrependimento por isso... 
Escrever me reorganiza e talvez tenha faltado coragem (humm... não é bem isso), acho que faltou chegar o momento de sentar e me reentender, já que o processo de transformação foi total nível 10, sei lá de quantos níveis, já que não quero limitar a vida, e tenho gostado dela ser tão surpreendente!

Perceberam que comecei o post com "Bah..."?
Uai, a paulista filha de mineiro aprendeu a sentir e expressar o que vem a ser o Bah gaúcho! 

Um breve resumo, muito piquitico mesmo, só para situar das mudanças transformações das quais estou falando:

- mudamos de domicílio: São Paulo para o Rio Grande do Sul
- mudamos só nós três: papai, mamãe e filhinho
- mudamos porque quisemos
- mudamos sem ter nenhum parente num raio de mil quilômetros
- mudamos sem nenhum armário de quarto e cozinha
Casa grande, fim de reforma, pedreiro, pintor, eletricista e todos os outros que faziam com que a nossa casa parecesse um canteiro de obras e não um lar.
A cabeça também mudou um bocado, e queríamos uma casa com menos área interna e mais pátio, afinal ficamos todos juntinhos dentro de casa, além do trabalho de limpar e manter uma casa grande, e além das ideias de que precisamos de pouco para viver - a essência da vida requer pouco! Consequência:
- mudamos de residência: viramos vizinhos da casa que morávamos, e nossos antigos vizinhos passaram para a nossa casa (a grande) e continuamos com ótimos vizinhos. Foi muito bom ter a chance de "escolher" os vizinhos... rsrs
- mudamos para uma casa recém terminada, linda, mas com muitos problemas. Muitos. Alguns (sérios) ainda persistem...

Então saímos de uma cidade enorme para uma cidade micro, do calor abafado e poluído para a beleza da neve e as geadas constantes. Reaprendendo a viver o cotidiano. 
Já pensou em se mudar para um lugar onde t-o-d-a-s as pessoas são suas desconhecidas? Todas as relações são novas a você, todos os lugares e muitos costumes? 

Bem, para ser pequeno, esse resumo já deveria ter terminado, mas vamos considerar todo o tempo de "férias" que o blog teve, está bem? rs

- tornei-me totalmente vegetariana - já tem mais de um ano!!!
(você sabia que leite, ovo e peixe não são vegetais, né? então não pergunte se eu não como nem peixe, tá bom?  =P )
- filhote foi pra creche na cidade nova, pra conhecer outras pessoas e não ter seu 'círculo' de conhecidos restrito a nós dois (papai e mamãe)
- aconteceu o desfralde diurno e o noturno tá quase
- ando cada vez menos dependente de indústrias e grandes corporações em geral (já fiz meu desodorante, aromatizante de ambiente (tudo com óleos essenciais), não uso mais amaciante de roupas e muitas outras coisas)
- especializei-me em comida saudável, pesquisando, aprendendo, testando e comendo, claro.
- voltei a trabalhar fora formalmente
- respondi a perguntas inusitadas a alunos gauchinhos, curiosos sobre a vida em SP, a mais marcante foi "Profi, a senhora era famosa lá em São Paulo?" (O que mais deve se passar nessas cabecinhas, não?)
- conheci o que é minimalismo (brevemente: focar-se no essencial e eliminar o supérfluo), e tenho buscado aplicá-lo nos diversos campos da vida
- fui a SP três vezes em quatro meses especialmente para visitar meu pai, que caiu do telhado e ficou quatro meses internado (quase o tempo todo em UTI)
- viviiiiii e aprendiiiiii demaaaaaais com esse momento
- voltei a estudar e usar Libras
- cantei no show de natal da escola... kkk... que vergonha pública... rsrs

De tudo, de tudo, tem ficado duas coisas bem fortes comigo:
Viver o momento de forma consciente, seja ele qual for, não o desperdice. (É tudo o que você tem, é o agora)
Me peguei vivendo sonhos lá de trás - tô até tentando lembrar outros sonhos pra ver se ainda quero vivê-los mesmo... rsrs), como por exemplo: numa visita que fizemos ao Rio Grande do Sul há uns 7, 8 anos, eu vi uma garotinha que acompanhava seus pais vendendo seus produtos caseiros numa feira de produtos locais, pensei e disse ao meu marido: "É com essas crianças que eu quero trabalhar", como bem escreveu Rubem Alves "Quero ensinar as crianças, elas ainda tem os olhos encantados", e aquela menina os tinha!
E no ano passado atuei como professora substituta na (única) escola municipal da cidade, e conheci de cara pelo menos 300 alunos, podendo trabalhar com uns de maneira mais próxima do que com outros, nas aulas de reforço. Aliás, esteve aqui outra realização de sonho: eu saía com os alunos à pé para pesquisarmos animais pela vizinhança para escrever, ou então para comparar o preço dos mantimentos nos mercados, e tudo de maneira simples e tranquila!
Focalizei rodas de Dança Circular (até com mais de 150 pessoas), sigo cozinhando, criando pratos, e espalhando o que sei sobre vida saudável.

Sigo VIVENDO A ALEGRIA DE VIVER AS ESCOLHAS, de ser e passar o que sei e sou para o meu filho, sigo vivendo o companheirismo do casamento.

Mas bah... do tanto que chorei e ri nesses últimos tempos, talvez o blog tenha esperado o tempo necessário para não parecer confuso ou bipolar... hehehe

Quero - com muita força - não sumir daqui, para que eu não sinta mais essa sensação de que há uma parte de mim perdida (é bem ruim), então terminarei com uma frase que eu tinha recortada de revista quando era adolescente e agora serve para terminar esse post, e é para você:
"Você vem ou será tarde demais?"

De brinde e para comover... rsrs... uma foto do dia em que o sr. misturador de comida (meu filho) estava comendo ao mesmo tempo: polenta, morango e chimarrão, era uma bicadinha em cada um, sequencialmente - metódico como é - e sem deixar pra depois três coisas que ele adora comer nessa vida. Temos muito o que aprender com esses pequenos pouco formatados socialmente!
Fonte: blogdabia.com






sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ceia de Natal do Chef Léo Esteves (NA SUA CASA!)


Gente que se esbalda no Natal, tudo bem? rsrs
Sou a deliciosa Bavaroise de Chá Verde do Chef Léo Esteves
Foto: Melissa Audi retratoatelie.com
Hoje tô aqui pra contar que agora sou amiga do chefe! Ou melhor, do "Chef" Léo Esteves! hahaha

Léo Esteves, como descreve em seu próprio site, é
Um jovem Chef que trabalha com os 5 sentidos dos clientes através de cada prato servido, misturando sabores, aromas, cores e texturas diferentes, ao melhor som da alta gastronomia.

Eu já tive oportunidade de provar e aprovar várias delícias preparadas por ele. Recomendo demais o serviço de Home Chef que ele realiza!
Uia que chique: você vai oferecer um jantar (ou almoço ou festinha) para convidados especiais, e contrata o Léo. Dá uma arrumada na casa e capricha no seu visual. Senta e espera pelos convidados.
O Home Chef Léo Esteves é quem vai cuidar de comprar tudo, preparar pratos deliciosos, servir (e encantar), e de quebra te devolve a cozinha em ordem... 

É uma gastronomia diferenciada, e muito apreciável.

Mas para esse Natal, como ele não é o Papai Noel - que consegue estar em todas as casas na mesma noite - ele te prepara a Ceia congelada. Você leva pra sua casa e... dá-lhe forno. Tá pronta!

Que tal uma Ceia de Natal preparada por um Chef da Alta Gastronomia? 
(Humm... acho que você se esforçou bastante esse ano, e merece esse presente, né? =} )

Agora, a melhor parte... o DESCONTO!!!
Quem fizer os pedidos até 05/12 tem 10% de desconto!

Faça uma visita ao site e veja o cardápio: pratos e preços. Depois já mande seu email encomendando ou solicitando informações. Mas se quiser aproveitar a chance de falar com o "Chef", liga pra ele... rsrs
Vai direto pro cardápio se você clicar no link abaixo:

Para deixar um gostinho doce na boca, coloco aqui duas fotos: 
Bavaroise de Chá Verde   e   Brownie com Sorvete de Menta
P.S.: Eu comi dos dois doces... vixi... é bom demais!  =)

E eu sou o Brownie com Sorvete de Menta... Nham Nham...

Foto: Melissa Audi retratoatelie.com